Da Assessoria - A Administração Municipal de Itaipulândia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Vigilância Ambiental, divulgou os resultados do monitoramento de ovitrampas realizado nas Semanas Epidemiológicas 39 e 40 de 2026. O monitoramento segue abrangendo 100% das localidades do município, servindo como uma ferramenta essencial no mapeamento e controle do mosquito Aedes aegypti.
Na Semana
Epidemiológica 39, foram instaladas 137 ovitrampas, que registraram a coleta de
840 ovos e um Índice de Positividade de Ovitrampas (IPO) de 22%. Durante esse
período, os maiores índices de positividade concentraram-se no Centro (42%), em
Jacutinga (50%), no Jardim Floresta (37%) e no Bairro Belo Horizonte (33%).
Já na
Semana Epidemiológica 40, com o mesmo número de 137 armadilhas instaladas,
houve uma retração nos indicadores gerais: o total de ovos coletados caiu para
335 e o IPO fechou em 13%. No entanto, algumas regiões continuam demandando
atenção especial, com os maiores índices registrados no Centro (28%), no Jardim
Floresta (25%), no Bairro Belo Horizonte (23%) e em Jacutinga (16%).
Mesmo com
a oscilação para baixo na última semana monitorada, a Vigilância Ambiental
reforça que os indicadores mantêm o alerta ligado para a presença ativa do
vetor no município. O alerta é intensificado devido ao período de chuvas
frequentes, o que exige atenção redobrada com a prevenção. As equipes seguem
mobilizadas na realização de monitoramentos contínuos, visitas domiciliares e
ações educativas para identificar e eliminar potenciais criadouros.

A população também pode ajudar
Os
Agentes de Endemias reforçam a importância de a comunidade manter os cuidados
preventivos dentro e fora das residências. Pequenas atitudes diárias evitam a
proliferação do mosquito, tais como:
- Manter as caixas-d'água
perfeitamente tampadas;
- Eliminar qualquer recipiente
que possa acumular água parada;
- Limpar regularmente as
calhas do telhado;
- Manter quintais organizados
e livres de objetos inservíveis;
- Higienizar com frequência os
bebedouros dos animais de estimação;
- Manter piscinas limpas e
devidamente tratadas.
A
participação ativa de cada morador é fundamental para reduzir a circulação do
vírus e, consequentemente, barrar o risco de doenças como dengue, zika e
chikungunya. O combate ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada
por todos.









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