Fotos: Divulgação/Internet - É visível para o resto do mundo que o império americano, contaminado pelas sucessivas guerras (diretas, indiretas e outras 100% terceirizadas), hoje com uma dívida externa de U$ 36,2 trilhões, equivalente a 120% do PIB norte-americano, segundo o Tesouro dos EUA, encontra-se na UTI, na ala destinada aos pacientes de difícil recuperação.
Por que digo isso? É lógico que estamos falando da nação mais poderosa do mundo, com um enorme potencial de recuperação, desde que, é claro, seus líderes respirem fundo, olhem para dentro e vejam o que está acontecendo ao seu redor. Sem esse olhar, sem essa mudança e achar que sair por aí tarifando e impondo sansões vai resolver o problema, a derrocada, em bem pouco tempo – tem tudo para ser total.
O povo americano sabe que essas tarifas, nada mais é do que impostos disfarçados sobre a própria economia americana - são eles que vão pagar mais caro os produdos tarifados. Em seguida, com a inflação subindo e a vida ficando cada dia mais difícil, a reação virá em cadeia, já nas eleições do próximo ano para renovar o Congresso e o Senado.
O gigante ainda está de pé – mas, a sua economia interna está ruindo e o risco de uma convulsão social sem precedentes...! Com a palavra a Suprema Corte Americana e o Congresso Americano. Em momentos assim, não pode haver direita ou esquerda e sim, o país como um TODO.
Por que digo isso? Qualquer ser humano com o mínimo de conhecimento sobre geopolítica sabe que a guerra da Ucrânia, contra a Rússia, é de fato uma guerra por procuração dos USA e a OTAN, com o objetivo de enfraquecer e ao mesmo tempo testar no campo real o poderio de fogo da Rússia, a principal parceira da China num possível confronto com os americanos.
Por que digo isso? Trump não só está desesperado com a sua trilionária dívida externa, como também vendo que a China, é hoje um dos motores da economia global e ao lado da Rússia, Índia, Brasil e Africa do Sul, estão dando uma aula para o mundo de respeito e consideração a soberania dos povos, levando crescimento social e econômico real aos seus parceiros.
Trump diz que quer Paz e que não consegue ver tantas mortes de russos e ucranianos nessa guerra. Vejam aí a grande contradição. Estão morrendo sim, muitos jovens que se alistaram, vestiram a farda e foram a guerra com armas em punho. E o que dizer do que estamos vendo em Gaza? Onde Israel também faz uma guerra por procuração matando crianças, jovens, mulheres e idosos desarmados – o maior genocídio já visto no mundo, televisionado ao vivo e a cores em tempo real?
Trump diz que quer Paz e ao mesmo tempo autoriza uma invasão na Venezuela, um parceiro da Rússia. Trump diz que quer Paz e impõe tarifas de 50% ao Brasil – um país amigo e um dos melhores parceiros comerciais nos últimos 200 anos e sansões aos Ministros da Suprema Corte, para que libertem um golpista da pior espécie chamado Jair Messias Bolsonaro. Como assim?
Sim! Como acreditar num convite deste feito ao Putin, para um encontro no Alaska, território americano para falar em Paz? Vai falar a verdade, fazer meia culpa e dizer que não tem nada a ver com esta guerra e que só quer PAZ? Ou fazer um acordo com Putin para ficar com as terras raras da Ucrânia?
E a pior das hipóteses – atrair Putin para uma possível cilada – um daqueles acidentes fatais com helicópteros e mísseis que já levaram dezenas de generais do Irã, por onde passa a Rota da Seda, unindo a China com os seus parceiros dos BRICs?
Queira Deus que esse Encontro (que jamais deveria ser no Alaska), possa de fato se tornar num grande Encontro de Paz!