Desde o início da gestão Lula 3, em diversos momentos a esposa do presidente Lula tem sido pauta da imprensa e da oposição ao governo. Sendo em quase todo o tempo, pela oposição, são pautas mentirosas e com discurso de ódio contra a primeira-dama. Mas por que tanto ódio? Por que tantas mentiras e fake news contra a primeira-dama do Brasil? O que justifica tais ataques? A coluna destaca três pontos onde Janja Lula da Silva se destaca como terror do machismo e alegria da esquerda.
A independência de Janja: Embora o Brasil tenha conhecido Janja como primeira-dama do país, Janja foi servidora pública de carreira, é formada em universidade federal, participa de política desde sua juventude, quando se filiou ao PT ainda na década de 80, e, antes do relacionamento com o presidente Lula (que ocorreu após Lula ficar viúvo de dona Marisa), Janja nunca dependeu de homens. Janja estudou e trabalhou até se aposentar. Enquanto a moça que foi primeira-dama de 2019 a 2022 era conhecida dos deputados por relacionamentos polêmicos, como divulgou a ex-mulher de Valdemar da Costa Neto (chefe do Inelegível), Janja é uma mulher que não depende de homem. Isso incomoda muito o machismo.
O acolhimento ao diferente de Janja: Vista com frequência em viagens ao lado do presidente Lula, abraçando o povo e acolhendo pessoas, Janja se destaca por sua diversidade no convívio com pessoas, no Brasil e no exterior. Em agosto de 2025, Janja participou de reunião com mulheres evangélicas, orando e demonstrando respeito à religiosidade delas. Anualmente, junto do presidente, Janja é vista em festas religiosas na Bahia, celebrando e respeitando a crença de matriz africana. Uma mulher que respeita a diversidade da fé no Brasil incomoda o machismo. Isso o machismo não aceita.
Cuidado e companheirismo de Janja com o presidente Lula: Nos discursos semanais do presidente Lula, sempre que ele fala sobre sua saúde, o presidente destaca que tem uma mulher que cuida dele e que está muito bem, falando de Janja. E quando Lula fala de seu estado sentimental, ele destaca que está feliz, porque ele e Janja se amam. O machismo não aceita uma mulher parceira de Lula, que cuida e é companheira da maior liderança da esquerda da América Latina.
Há vários outros pontos que podem ser destacados em como Janja é o terror do machismo e como é alegria para a esquerda brasileira. Mas esses três exemplos já deixam evidente que o machismo não sabe lidar com a força, a independência e o protagonismo de Janja, enquanto a esquerda segue orgulhosa dessa companheira ao lado do presidente.