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  Ativistas da desordem e do desrespeito  
  Publicado em 1 de Agosto de 2014  
 
   
 
 
 
Ativistas da desordem e do desrespeito

Milton Corrêa da Costa

 

Foto: Inernet/Revista Veja/Abril - A ousada agressão a profissionais da imprensa, na porta do presídio de Gericinó, dias atrás no Rio, merece séria reflexão. Estamos diante de um grave crime contra a incolumidade de cidadãos pacíficos e contra à ordem social. Crime praticado por ativistas da desordem e do desrespeito, com o intuito de agredir quem lhes faça oposição e também a jornalistas, numa atitude anti-democrática impedindo o trabalho da livre imprensa. Esta é a Frente Popular da Desordem. São anarquistas radicais que insistem em se insurgir contra as forças policiais, a ordem pública e o patrimônio publico e privado. 

 

Estamos diante de um movimento popular de extremo perigo, de afronta aos princípios democráticos e às leis penais em vigor no país. Isso é muito nítido. Não dá para tapar o sol com a peneira e tentar fugir de tal realidade com o discurso do politicamente correto. Acrescem-se a ousadia e o destempero de ativistas e seus parentes com insultos e ameaças contra jornalistas, no dia seguinte às lamentáveis cenas de agressão e intolerância em frente ao Complexo de Gericino, em encontro na própria sede do Sindicato do Jornalistas Profissionais do Município do Rio, onde tais profissionais, constrangidos e humilhados se viram obrigados a abandonar o encontro. Uma ousadia extrema de ativistas deseducados..

 

São pessoas que desconhecem os princípios básicos da respeitosa convivência social num estado democrático de direito. Alguns desses terroristas urbanos, vândalos arruaceiros, que não aprenderam a conviver em democracia, organizados como em quadrilha, conforme detectado em consistente investigação policial, deveriam estar afastados do convívio social pela séria ameaça que representam ao poder legal e à própria sociedade. 

 

São lideranças negativas que não agregam valores sociais positivos, só radicalismo inconsequente. Falam em educação como uma de suas bandeiras reivindicatórias, mas pregam a violência dos galões incendiários (coquetéis molotov), dos artefatos explosivos, das pedras e das tábuas com pregos para ameaçar a integridade física de policiais e de cidadãos ordeiros. Revolucionários da afronta e da desordem.

 

Inaceitável tal comportamento anárquico e intimidatório. A medida punitivo-corretiva que mais convém aos terroristas urbanos é a cadeia. Um caminho próprio para anarquistas intolerantes, na proteção de toda coletividade. A sociedade precisa dessa proteção. O quanto antes e em nome da paz social 

 

Milton Corrêa da Costa é tenente coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro

 
 

 

 

 
 
     
 

 
 
     
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