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  INACREDITÁVEL..., ao vivo e a cores o Jair, faz chacota e despersonaliza ainda mais Sérgio Moro com fixação anal, “TROCA-TROCA”...  
  Publicado em 10 de Agosto de 2019  
 
   
 
 
 
INACREDITÁVEL..., ao vivo e a cores o Jair, faz chacota e despersonaliza ainda mais Sérgio Moro com fixação anal, “TROCA-TROCA”...

Numa transmissão ao vivo, a tal “Life” que o Jair costuma utilizar pela internet, o então presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, perguntou a Sérgio Moro, seu ministro da Justiça, se ele iria fazer “troca-troca” com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles...

 

Isso é fato e realmente aconteceu. Não vou postar o vídeo aqui por entender que esse tipo de coisa deve ficar restrito ao submundo das “galhofas humanas” – mas o vídeo está circulando por aí...

 

 

Mesmo tendo feito em tom de galhofa, o que chama a atenção nesse caso é a gravidade de uma afirmação dessa vindo de alguém que mantém o comando de uma nação e, para agravar, ainda mais a situação – pelas reiteradas vezes em que ele usa termos desta natureza – tudo leva a crer que tem fixação anal – ou seja, está querendo que alguém o tire do “armário”.

 

Como explica Leandro Fortes, via rede social – “troca-troca é revezamento de sexo anal entre homens que, no caldeirão de hormônios da adolescência masculina, tanto pode ser um fato como uma ofensa. Ocorre que, ali, não eram adolescentes descobrindo a sexualidade, nem muito menos colegiais sacaneando uns aos outros. Eram três homens adultos, autoridades da República, em meio a um teatro de absurdos só possível em um país à deriva.

 

Bozo, como os três filhos, a ministra Damares e o guru deles todos, Olavo de Carvalho, tem fixação anal - isso é um fato. Todos, em momentos os mais diversos, já se mostraram ocupados com o cu alheio, aliás, como os evangélicos que dão apoio político ao governo.

 

O fato novo é a presença de Sérgio Moro, nessa roda, submetido, agora, a mais essa humilhação como condição para se manter no cargo.

 

Desmascarado como juiz parcial, chefe, de fato, da Força Tarefa de procuradores da Lava Jato, restou a Moro ficar, a qualquer preço, no Ministério da Justiça.

 

Fora do governo, sem toga nem foro privilegiado, poderá acabar no Irajá. Ou em Tremembé.

 

Por isso, engoliu a piada do presidente demente em seco, com um sorriso amarelo estampado na boca sem lábios, enfiado, outra vez, na triste moldura de camisas negras que voltou a usar”.

 
 

 

 

 
 
     
 

 
 
     
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