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  Por que estamos usando a poesia com uma dose extra de ironia para enfrentar e recolocar a locomotiva em cima dos trilhos?  
  Publicado em 13 de Junho de 2020  
 
   
 
 
 
Por que estamos usando a poesia com uma dose extra de ironia para enfrentar e recolocar a locomotiva em cima dos trilhos?

Em qualquer país civilizado

Onde a Lei retrata a sua Constituição

Seus dirigentes sabem que povo não é gado

E sim, a alma e a vida de uma Nação...

 

 

 

 

 

 

Como admitir que em plena pandemia

Alguém que se diz presidente

Não respeite a ciência e a medicina

E não faz nada para salvar a sua gente?

 

Como admitir que o Chefe de um país

Incentive os seus amestrados sem noção

A invadir um hospital e destruir respiradores

Que visa salvar a vida da população?

 

É por essas e outras que está certíssimo o jornalista Carlos Henrique Machado Freitas, em seu artigo de hoje intitulado – “O que o general disse a Trump foi: EUA não é Rio da Pedras, não me chamo Ramos e Carluxo não manda em mim”.

 

Em seu brilhante artigo, lembra o jornalista que “Quando o comandante das Forças Armadas dos Estados Unidos, general Mark Milley, pediu desculpas publicamente por participar do circo de Trump, ele foi claro: Aqui não é aquela zona chamada Brasil em que general recebe ordens de miliciano e de seus filhos”.

 

E continua exemplificando e traduzindo de forma sucinta o que disse o general – “Aqui não se bajula quem condecora chefe do Escritório do Crime”.

 

E continua demonstrando de forma clara e abrasadora de que o que acontece por aqui “é coisa de República das Bananas”.

 

“Não vou me dar ao desfrute de sujar a farda do exército dos EUA para um presidente vigarista que sonha em usar as Forças Armadas para intimidar o próprio povo americano e posar de Bíblia na mão, ao lado de um Malafaia ou um Edir Macedo da vida”.

 
 

 

 

 
 
     
 

 
 
     
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