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  POESIA: O AMOR (Diárias De um Condenado à vida)  
  Publicado em 2 de Setembro de 2021  
 
   
 
 
 
POESIA: O AMOR (Diárias De um Condenado à vida)

Por Miguel Ângelo Teixeira, via redes sociais,

 

O amor não tem cor, não tem idade,

não tem raça, credo ou sexo,

não tem fronteiras, não tem distância,

não tem horários, prazos, não tem desculpas.

O amor não é sexo. Sexo é bom.

Não, sexo é muito bom, mas sexo com amor... ah!...

O amor é princípio, meio e fim, paz e guerra,

o amor é tudo o que queremos

e sem o qual nada é completo,

é o sonho com toque, sabor e cheiro,

o cálice meio cheio,

prenho de uma sede insaciável,

é a vida virada do avesso, o grito sentido

a lágrima feliz por não contida,

que se liberta e ganha asas.

O amor é o momento que queremos perpetuar,

o segredo impossível de calar,

a nudez despida de vergonha,

a poesia escrita sem papel, sem palavras,

é um mundo inteiro sem sair do lugar,

é um lugar não importa qual - a teu lado;

luz que apaga a sombra, a pintura

com que visto a minha alma

e te dispo apenas com o olhar.

 

 

 
 

 

 

 
 
     
 

 
 
     
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