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  POESIA: Da série os milagres da criação – a fome, o nosso poder mental e a figueira perto de Betânia...  
  Publicado em 26 de Novembro de 2022  
 
   
 
 
 
POESIA: Da série os milagres da criação – a fome, o nosso poder mental e a figueira perto de Betânia...

Foto ilustrativa – Divulgação / Internet

 

 

Jesus! Naquele dia,

Eu tinha fome e insensatamente,

Sem raciocinar, fiz

Uso do meu poder mental,

Sem medir as

 

 

Consequências. Usei o impulso de

Rejeição de maneira

Irresponsável, amaldiçoando o

Seu fruto e expulsei os agiotas do

Templo e denegri abertamente

Os escribas e fariseus...!

 

 

Que lembrança linda, Mestre! Estais nos lembrando do seu encontro com a figueira perto de Betânia – é isso?

 

- “Sim! Naquele dia eu tinha fome e insensatamente procurei figos fora de época. Quando não encontrei nenhum, disse a árvore “que ninguém voltasse a comer do seu fruto.”

 

- “A árvore murchou até as raízes e estava morta no dia seguinte, para o espanto de Pedro.”

 

- Devo lembrar que aquilo foi um tempo em que eu, como Jesus, era totalmente irresponsável quanto ao uso de meu “poder mental”, e causei danos dos quais me arrependi.”

 

- “Devo lembrar também que, ao falar com os meus discípulos, utilizei aquilo como um exemplo e um aviso do poder exercido pela mente humana sobres os seres vivos.”

 

- “Naquele mesmo dia, ainda raciocinando pelo estômago e não com a cabeça, chicoteei e expulsei os agiotas do templo e denegri clara e abertamente os escribas e fariseus. Todas aquelas atividades foram impulsos magnéticos-emocionais de ligação-rejeição.”

 

Voltando aos dias atuais, Mestreo que estamos vendo é que, mesmo diante de todo o seu Conhecimento, grande parte das lideranças que pregam nos púlpitos, das mais diferentes religiões, usando o seu nome e dizendo-se cristãos, não tem esse discernimento, ou se tem, o usam de má fé.

 

Usam a fé das pessoas para fortalecer o poder do ego dentro da consciência humana – como se a Consciência espiritual não existisse. E aqueles que buscam o Seu Caminho, como um Conhecimento mais elevado, procurando ajudar os que mais necessitam são vistos como nocivos aos seus interesses.

 

A impressão que temos, Mestre – é que, a barbárie civilizatória, é praticamente a mesma que enfrentaste na região da Palestina, há mais de 200 anos, quando esteve nos visitando por aqui.  

 

O que podemos fazer, com urgência, urgentíssima, Mestre – tendo em vista que, diante do avanço tecnológico que gestou e criou armas de destruição em massa, estamos à beira de um precipício aterrador?

 

- “Calma! Eu diria que, para grande parte da humanidade, esse pode ser um tempo de tremendo crescimento interior e de movimento em direção a felicidade - e para outros, pode ser um tempo de contínua amargura e ressentimento.”

 

- “Este é o momento de despertar e compreender que o resultado das experiências depende inteiramente de você – não da sorte ou do destino – mas de você, seja trabalhando por si mesmo, seja trabalhando devotada e conscientemente com a Consciência Divina para chegar finalmente ao cume da felicidade.”

 

Estais nos dizendo que estamos adentrando a um Novo Tempo de Amor e Paz? É isso, Mestre?

 

- “(..., ..., ...!)

 
 

 

 

 
 
     
 

 
 
     
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