Fonte: Revista Fórum – por Menon,
Esta é a Copa de Messi. Ou de Mbappé. E pode ser também de Vinícius Jr, por que não? Seja qual for o grande astro, sua ascensão coincidirá com o apagamento de Pelé, o Rei do Futebol.
Torcedores e jornalistas, inclusive brasileiros, não se cansam de dizer – sem nenhum contexto – que Messi é o maior da história. É a justa alegria de narrar e reportar recordes sendo quebrados.
É preciso lutar contra isto. E somente a CBF pode mobilizar o Brasil para a batalha. Quem sabe com algum incentivo ela possa conseguir até o apoio de campeões mundiais pós-Pelé que não tiveram a decência de comparecer ao seu velório.
Sei que é uma luta inglória, mais difícil a cada dia que passa, mas é preciso encarar. Em cada competição, em cada seminário, a CBF precisa levar o nome de Pelé. Com vídeos, painéis, um documentário com todos os seus gols.
Poderia contratar um cineasta brasileiro ou mesmo de fora para produzir clipes e um documentário sobre Pelé. Deveria ser entregue a todas as escolas. A jornalistas do mundo inteiro.
O tema básico da campanha poderia ser uma frase que li hoje. “O futebol fez Messi ser grande, Pelé fez o futebol ser grande”. Ele levou o futebol aos EUA, ele fez africanos felizes, ele foi o sonho de milhões. A CBF seria o que, sem Pelé? É hora de retribuir.